Nunca devemos esquecer as solenes palavras da Epístola aos Hebreus: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações” (Hb 10.25). Obedeçamos a essa exortação, enquanto vivermos. E, mesmo em face de boa ou má reputação, sejamos freqüentadores regulares da adoração pública. Não atentemos ao mau exemplo de outros ao nosso redor, os quais roubam de Deus o seu dia e jamais vão à sua casa, desde o começo até ao fim do ano. Vamos à adoração apesar de todo o desencorajamento. E não tenhamos dúvida de que, no decorrer da vida, isso nos faz bem. Comprovemos que estamos preparados para o céu por meio de nossos sentimentos para com as congregações terrenas do povo de Deus. Feliz é o homem que pode dizer como Davi: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor”; “Prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade” (Sl 122.1; 84.10). (J. C. Ryle)

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