Na própria Bíblia, encontramos inúmeras afirmações e inferências de que as Escrituras são completamente verdadeiras em tudo que dizem:
• Números 23:19: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” Se Deus é totalmente verdadeiro e a Bíblia é a comunicação de Deus para a humidade (Hb 1:1–3), segue-se que a Bíblia, como Palavra de Deus, é completamente verdadeira.
• Salmos 12:6: “As palavras do Senhor são palavras puras, prata refinada em cadinho de barro, depurada sete vezes”. Salmos e Provérbios são cheios de repetidos louvores acerca das perfeições da Palavra de Deus. Veja, em especial, o Salmo 119.
• 2 Timóteo 3:16: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. Esse versículo assevera que, embora a Bíblia tenha autores humanos, as palavras que escreveram têm de ser atribuídas, em última análise, à inspiração de Deus.
• 2 Pedro 1:21: “Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”. Outra vez, esse versículo nos lembra que cada palavra escrita na Bíblia é a palavra exata cuja escrita Deus tencionou.
• João 10:35: “A Escritura não pode falhar”. No ensino e nos debates, Jesus apelou repetidas vezes para as Escrituras do Antigo Testamento, com a suposição clara de que esses textos eram totalmente verdadeiros em tudo que relatavam. Jesus fez referência a muitas pessoas e incidentes do Antigo Testamento, admitindo a fatualidade de todos os detalhes. Embora, com frequência, Jesus tenha censurado entendimentos distorcidos da Bíblia, nunca questionou a veracidade das próprias Escrituras. Como Jesus (conforme relatado nos evangelhos), todos os autores do Novo Testamento são unânimes em sua citação do Antigo Testamento como uma obra historicamente exata.
• Hebreus 1:1–2: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo”. Se a revelação antecipatória de Deus (o Antigo Testamento) era totalmente verdadeira (“havendo Deus, outrora, falado”), então, com muito mais razão, a culminação da revelação de Deus em Cristo deve ser recebida como totalmente confiável e autoritária. (Rob Plummer).

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